Escrava obediente
Quando meu Mestre me ordena: bate em tua cara, cadela!, imediatamente me estapeio, estalando o tapa, entortando o rosto, ardendo na cara.
Quando me ordena: pega o plug, puta, e enfia no teu cú!, automaticamente obedeço e o enfio, recitando o mantra que Ele me ensinou, sim, sou uma serva a Teus pés, meu Mestre.
Depois me ordena: pega o cinto e bate em teu rabo, vadia! e eu assim procedo, repetidas vezes, agradecendo a cada golpe, gemendo ofegante.
Então me ordena: pega os pregadores, um em cada mamilo e outro no grelo, e mostra tua cara, vagabunda, quero ver a expressão! Dócil, imediatamente vou prendendo minhas carnes, beliscando as saliências, em gemidos de dor e prazer.
Insaciável, me ordena que abra as pernas e balance o rabo, o peso no pregador dança, oscilando por entre minhas pernas, e quase gozo em agonias.
De minha boca saem mais agradecimentos, mas Ele manda: enfia os dedos na buceta, porca suja, e depois chupe! Extenuada, anestesiada, excitada até a alma, lambo os dedos cobertos com meu suco, a língua ávida por aquilo que realmente a sacia, o leite do meu Senhor.
O Mestre não me deixa gozar por muitos dias, nem me incentiva a isso, mas um dia me exige isso. Não uma, nem duas, mas 20... E eu, escrava solícita, disponível, entregue, atendo a cada ordem para que o gozo se faça, ganindo, gemendo, chamando Seu nome em imersa sinfonia.
Prêmio? Castigo? Não importa... A mim só cabe obedecer

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